Preso é investigado por crime praticado em dezembro de 2020
Policiais civis do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) deram cumprimento ao mandado de prisão preventiva de Diego Andrade Bispo Santos, conhecido como “Diego de Miro”. Ele é investigado pela prática do homicídio qualificado que vitimou José Antônio Santos de Jesus, em São Cristóvão. A prisão ocorreu na noite dessa quinta-feira (3).
De acordo com as investigações, o crime foi praticado pelo investigado junto a um comparsa no dia 16 de dezembro de 2020. A ação criminosa, praticada com arma de fogo e faca, ocorreu na comunidade conhecida como “Brasilinha”, na Zona Rural de São Cristóvão.
As investigações apontaram que a motivação para o crime teria sido a morte de um tio de Diego anos atrás. A autoria desse crime teria sido de José Antônio junto a um outro homem, que se encontra detido no sistema prisional.
O investigado Diego Andrade já encontra-se preso e à disposição da Justiça, para adoção das demais medidas legais cabíveis ao caso. Informações e denúncias sobre suspeitos de crimes podem ser repassadas por meio do Disque-Denúncia, no telefone 181. O sigilo do denunciante é garantido.
Identificação das decisões judiciais em aberto é feita no processo de solicitação da carteira de identidade
O Núcleo de Investigação Social, vinculado ao Instituto de Identificação Dr. Carlos Menezes (IICM), auxiliou no cumprimento de seis mandados de prisão a partir de solicitações de carteiras de identidade junto à instituição. A unidade faz parte da Divisão de Identificação Criminal do IICM.
O diretor do IICM, Jenilson Gomes, explicou que o Núcleo de Investigação Social está em atuação desde o início deste ano. A unidade atua sempre que há suspeitas quanto a uma determinada solicitação da carteira de identidade. “Sempre que uma solicitação de RG apresenta suspeita, é automaticamente encaminhada para este núcleo”, detalhou.
Jenilson Gomes também informou que, caso seja confirmada a suspeita de decisões judiciais em aberto, é feita a comunicação oficial para que seja dado cumprimento ao mandado de prisão. “Sempre que é confirmada a suspeita, as autoridades competentes são devidamente informadas”, ressaltou.