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Geral
SINDICATO DISCUTE CONVENÇÃO COLETIVA DOS TRABALHADORES DO COMÉRCIO
16/08/2019 às 08:56 por Jailton Santana

A Federação dos Empregados no Comércio e Serviços de Sergipe - Fecomse - espera concluir o mais breve possível todo o processo de negociação das Convenções Coletivas de Trabalho do setor de comércio e serviços do Estado.

Segundo Ronildo Almeida, presidente da entidade sindical, as negociações se arrastam desde o começo do ano - janeiro e maio iniciam as datas-bases dos segmentos da categoria. As convenções coletivas sendo fechadas de maneira gradativa – há, inclusive, pendências de acordos anteriores às negociações de 2019.

“É importante salientar que são dívidas financeiras que o setor patronal tem com seus empregados. Mas é, principalmente, uma dívida moral com aqueles e aquelas que trabalham dia a dia para o crescimento e a consolidação das empresas”, argumenta Ronildo Almeida.

O dirigente sindical destaca o momento difícil pelo qual passam os trabalhadores e trabalhadoras, em situações de humilhação e desrespeito às conquistas históricas da classe trabalhadora. “Qualquer patrão em sã consciência e que tenha o mínimo de respeito pelo próximo sabe da necessidade do pagamento dessa dívida”, avalia Ronildo Almeida.

Equilíbrio - O presidente da Fecomse espera que as negociações continuem de maneira respeitosa e que se consiga finalizar com brevidade o processo para todo o setor de comércio e serviços do Estado. Ele lembra que existem algumas negociações bem avançadas.

“É importante neste momento de dificuldades não esperar por decisões ou propostas de governos. É fundamental que tenhamos discernimento e equilíbrio para discutir os interesses de todos, tendo como parâmetros os resultados e as conquistas obtidas através dos processos de negociação entre as entidades representativas de classe, patrões e empregados”, defende Ronildo Almeida.

“Estamos aguardando a Federação do Comércio de Sergipe – Fecomércio -, maior representante do setor patronal, através do seu presidente, e o agrupamento do deputado Laércio Oliveira, para que possamos zerar o mais rápido possível essa dívida com os trabalhadores e as trabalhadoras sergipanos”, observa Ronildo Almeida.

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