
Na manhã desta quarta-feira, (04 de setembro), foi aprovado o Projeto de lei de autoria da deputada Diná Almeida de nº 138/2019, que institui o dia Estadual do Vigilante, a ser comemorado no dia 20 de junho.
A deputada destacou a importância de encontrar uma forma para homenagear os vigilantes profissionais que se dedicam a proteger e vigiar propriedades públicas e privadas, garantindo a segurança do ambiente. Registrou também a importância da Associação dos Profissionais de vigilância, Segurança Privada e Similares do Estado de Sergipe que ampara e representa em classe no nosso estado.
A deputada Diná ressaltou que à época em que apresentou a propositura, se solidarizou com a classe, pela perda irreparável do colaborador da segurança da Alese, o vigilante Murilo de Jesus, vitimado por um acidente automobilístico, ao qual foi feito um minuto de silêncio em memória de sua alma e em respeito aos seus serviços prestados com tanto zelo.
História da profissão
As primeiras atividades de segurança privada no mundo remetem ao ano de 1850, mais precisamente nos Estados Unidos, quando o detetive particular Allan Pinkerton organizou um grupo de homens para dar proteção ao então presidente Abraham Lincoln. Com essa ação, surgiu a primeira empresa de segurança privada do mundo, a Pinkerton’s.
No Brasil, as empresas surgiram nos anos de 1960 devido ao aumento de assaltos a instituições financeiras, com o objetivo de proteger patrimônios, pessoas e realizar transporte de valores. Assim, surgiram os trabalhadores em segurança privada sob várias denominações: vigias, guardiões, fiscais de pátio, fiscais de piso e similares, que atuam em estabelecimentos industriais, comerciais ou residenciais.
Atualmente, os serviços de segurança privada só podem ser executados por empresas registradas no Ministério da Justiça, por meio da Polícia Federal, que passou a fiscalizá-las e, consequentemente, as academias de formação, que recebem certificados de segurança e autorização para funcionamento.
Os profissionais devem possuir curso de formação de vigilantes, certificado regular para o exercício da função e registro na carteira de trabalho por empresa autorizada. Devem portar também a Carteira Nacional de Vigilante (CNV).